É comum conhecer pessoas que possuem uma relação muito problemática com o dinheiro, com suas finanças pessoais e o orçamento familiar. Gastam mais do que ganham, fazem dívidas desnecessárias e ficam deprimidos por não serem capazes de conquistar os bens materiais que sonham.

Mas a situação está mudando. As pessoas estão ficando cada vez mais engajadas no assunto, buscando informações sobre como organizar suas finanças pessoais. Prova disso é que você chegou aqui em nosso blog. Continue conosco e confira dicas valiosas para acertar no orçamento familiar.

O que é orçamento familiar e qual a sua importância?

Essencialmente, organizar o seu orçamento familiar significa apontar todo dinheiro que entra (salário, pensões, rendimentos de aplicações etc.) e tudo aquilo que sai (aluguel, impostos, energia, água e esgoto, alimentação, lazer etc.) da sua conta bancária.

O propósito é eliminar consumos excessivos, ou seja, que vão além do que se pode pagar — e, se possível, investir pensando no futuro. Assim, o orçamento familiar se torna importante por ser sua principal ferramenta de controle financeiro, que possibilita ter uma visão clara da renda e das despesas da casa.

Com ele é possível balancear suas contas, alcançar objetivos financeiros e planejar o futuro com mais segurança e tranquilidade.

Como fazer?

A educação financeira é sobre adquirir habilidades para administrar sua renda familiar, seja para não entrar em dívidas ou para realizar um sonho de consumo como a casa própria, um carro, uma viagem, o estudo dos filhos etc.

Independente da situação familiar é possível desenvolver o planejamento financeiro pessoal. Veja como fazer isso em oito passos.

1. Liste todos os gastos

Escolha a maneira mais fácil de anotar todos os seus gastos, uma sugestão é utilizar o Excel e montar uma planilha, devido às várias ferramentas internas que ele possui, e que facilitará o preenchimento e as somas. É importante dividir seus gastos por categorias (alimentação, vestuário, educação, automóvel, telefone, saúde, lazer etc.), para cada mês, assim ficará claro onde são os maiores gastos e onde deve cortar gastos.

É importante que mantenha a planilha atualizada, inclusive anotando até mesmo o simples cafezinho que tomou na padaria.

2. Estabeleça suas metas financeiras

Todo mundo tem um sonho ou um objetivo de consumo, entretanto, é necessário definir o seu valor e quando deseja alcançá-lo. Por exemplo, se o seu objetivo é comprar uma casa de R$ 580.000,00 daqui a cinco anos, é possível calcular quanto será necessário poupar por mês até a data da compra. Isso vale para a compra de um carro ou troca do usado, uma viagem, a faculdade do filho, entre outras necessidades ou desejos.

Nesse tipo de cálculo, é essencial buscar ajuda de uma pessoa que entenda sobre juros compostos, caso não possua esse conhecimento. Ao investir não é somente valores aportados que aumentam a quantia final, existe a rentabilidade de seus investimentos, que engordará seu montante final. Ou seja, você ganhará juros sobre juros em sua aplicação, e certamente precisará poupar menos do que imagina.

Se no decorrer do ano perceber que não está sobrando nenhum dinheiro isso significa que sua renda está insuficiente e pode ser tido como um aviso de que precisa cortar gastos ou ganhar mais dinheiro.

3. Busque maneiras de economizar

Busque sempre obter vantagens de desconto ao efetuar compras. Hoje em dia, as empresas buscam fidelizar clientes e disponibilizam em aplicativos da marca descontos para pessoas cadastradas, por exemplo, em mercados, postos de gasolina ou até mesmo o aplicativo da Ultragaz que traz diversos benefícios e promoções exclusivas aos seus clientes.

4. Invista uma parte do dinheiro

Uma ótima estratégia que deve ser adotada ao investir é separar um valor de toda a remuneração, antes mesmo de pagar as contas, ao invés de investir somente o que sobra. No início pode parecer muito complicado, mas com o tempo você se acostumará a viver com menos e a não gastar com aquilo que não lhe traz retorno algum.

Não siga aquelas orientações de sempre poupar um valor fixo por mês, por exemplo 5% do salário. É possível que ao passar do tempo seja possível poupar bem mais e estabelecer uma regra de valor fixo vai fazer com que perca a chance de ter um valor maior no final. Portanto, poupe o máximo que conseguir, mas não esqueça de viver bem.

É claro que, em determinados meses, existirão despesas a mais, como no caso do IPVA, IPTU, material escolar, matrícula da escola que podem pesar. Mas lembre-se que esse é mais um motivo pelo qual o orçamento familiar está sendo feito.

5. Pense na aposentadoria

Ter uma renda mensal na velhice é outro objetivo a ser definido, por isso a aposentadoria é algo que deve ser planejado desde o início da vida profissional de qualquer trabalhador. Portanto, merece uma poupança ou investimento específico para isso.

E o mais importante: é um investimento para o longo prazo que nunca deve ser retirado, a não ser no momento de usufruir. Considere a hipótese fazer um plano de previdência privada, mas estude e pesquise antes para pagar um valor adequado às suas necessidades.

6. Tenha uma reserva para emergências

Antes de iniciar qualquer plano para alcançar os seus objetivos é importante quitar todas as dívidas e após guardar num investimento em renda fixa com possibilidade de resgate a qualquer momento. O ideal é poupar um valor suficiente para cobrir seus gastos fixos por pelo menos seis meses sem comprometer o orçamento familiar, para o caso de perder o emprego ou ficar impossibilitado de trabalhar.

Esse dinheiro é chamado de reserva de emergência. Como o próprio nome diz, deve ser utilizado somente em emergências, com o surgimento de gastos inesperados. Por exemplo, em tratamentos médicos não cobertos pelo plano, manutenção do carro, manutenção da casa etc. Com essa reserva você pode pagar à vista e até mesmo pedir um desconto.

Esperamos que nossas dicas de orçamento familiar não só contribuam para seus projetos futuros, como também ajudem você a levar um dia a dia mais inteligente!

Aproveite para baixar o app da Ultragaz e economizar desde já.

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